16.4.13
5.4.13
Acabou-se a mama!
Caros amigos e familiares,
cá estou eu - a Sofia - aos 52 dias de vida para vos dar novidades sobre este belo espécime de 51,5cm e 4,050kg.
Como para a maioria dos portugueses, também para mim "ACABOU-SE A MAMA!".
Primeiro foi a da esquerda e há cerca de 4 dias "mandei a baixo" a da direita também. Quem dera ao povo do nosso país conseguir fazer o mesmo ao governo!
Desde os 15 dias de vida que - para além da mama - como suplemento a todas as refeições.
Na primeira consulta com a pediatra depois de ter alta da maternidade, para além dos 100g que tinha perdido após a nascença (que é normal), tinha perdido mais 200g. A mãe decidiu então que só mama não estava a resultar e começou a enfardar-me à grande!
O resultado está à vista, com pouco menos de 2 meses já estou com mais 4,5cm e 1,370kg de ternura.
Como dizem os livros da especialidade: "o filho mais novo é habitualmente o mais mimado"; eu não sou excepção! Embora os meus pais gostassem que as regras fossem as mesmas, a realidade é que agora para além dos avós, tios, amigos, etc… também tenho dois irmãos que não gostam de me ver chorar e sempre que podem tentam calar-me - seja com a chuxa, dando-me atenção ou enchendo-me de mimos. Pessoalmente eu adoro, mas por isso mesmo, faço mais fitas do que eles faziam com a minha idade. No cômputo geral não deixo de ser uma criança calma, que dorme e come bem e que não tem dado chatices.
Estou cada vez mais desperta para a vida. Já sigo as pessoas com os olhos mas ainda dou a sensação que não vejo bem - parece que vejo apenas vultos, jogos de contraste (luz e sombra) e ainda tenho o olhar meio alheado.
Já sorrio quando falam comigo num tom calmo e já tenho refegos nas pernas! A roupa já me fica razoavelmente bem… até já me vestiram um vestido à menina!
Estou a ficar careca em cima e com penteado à padre - aliás igual ao que aconteceu aos meus irmãos! Não entendo como é que numa família tão ateia, nascem 3 crianças que se assemelham a padrecos… queres ver que no discurso também lhes sai um "axim em bez de assim"!
Consigo estar 6/7horas sem comer mas é entre as 21h e as 3h da manhã; os meus pais ainda não conseguiram alterar o horário para evitar que haja "turno da noite".
Tem sido o meu pai a dar-me o biberão por volta das 3h da manhã, depois a mãe dá o das 6h ou 7h. Os meus irmãos acordam por volta das 7h15 e por isso já não se dorme mais nesta casa depois disso.
É uma algazarra conseguir ter o Tomás e a Inês vestidos e comidos, o pai de banho tomado e as coisas todas preparadas para sair. A sorte é de facto a mãe ficar em casa e poder orientar tudo o que fica por fazer...
Nesta casa, como em quase todas onde há bebés, a comida come-se fria! Os meus biberões calham habitualmente no horário das refeições e por isso raramente conseguimos sentar-nos todos à mesa em simultâneo.
Estou a beber cerca de 7 biberões por dia - como é de imaginar, não havia mama que desse para isto tudo! As mamas da minha mãe, apesar da sua generosa dimensão, sempre foram muito pobres para alimentar crianças - deve ser de ela não beber água!!!
A mãe está profundamente apaixonada pela relação que eu e os meus irmãos temos; apesar dos contratempos, das "pancadinhas de amor", das birras, etc… a verdade é que é muito giro e ternurento ver-nos aos 3 juntos. Enchemos a casa e só deixamos os crescidos respirar quando estamos todos a dormir.
A Inês fez 3 anos a semana passada, mas como calhou a uma segunda feira, os pais fizeram apenas uma pequena festa na escola dela e um jantar para a família. O Tomás (que faz 2 anos para a semana) também terá algo semelhante este ano.
Quem sabe para o ano há mais paciência, dinheiro e disposição para se fazer uma festa grande como a Inês já teve...
Como é habitual, junto envio umas fotografias para ilustrar tudo o que conto em cima.
(não, não tenho nenhuma das mamas da mãe!)
Obrigada a todos pela atenção dispensada e um beijinho a multiplicar por 5
dos SLIPT ou LIPTS (como preferirem)
cá estou eu - a Sofia - aos 52 dias de vida para vos dar novidades sobre este belo espécime de 51,5cm e 4,050kg.
Como para a maioria dos portugueses, também para mim "ACABOU-SE A MAMA!".
Primeiro foi a da esquerda e há cerca de 4 dias "mandei a baixo" a da direita também. Quem dera ao povo do nosso país conseguir fazer o mesmo ao governo!
Desde os 15 dias de vida que - para além da mama - como suplemento a todas as refeições.
Na primeira consulta com a pediatra depois de ter alta da maternidade, para além dos 100g que tinha perdido após a nascença (que é normal), tinha perdido mais 200g. A mãe decidiu então que só mama não estava a resultar e começou a enfardar-me à grande!
O resultado está à vista, com pouco menos de 2 meses já estou com mais 4,5cm e 1,370kg de ternura.
Como dizem os livros da especialidade: "o filho mais novo é habitualmente o mais mimado"; eu não sou excepção! Embora os meus pais gostassem que as regras fossem as mesmas, a realidade é que agora para além dos avós, tios, amigos, etc… também tenho dois irmãos que não gostam de me ver chorar e sempre que podem tentam calar-me - seja com a chuxa, dando-me atenção ou enchendo-me de mimos. Pessoalmente eu adoro, mas por isso mesmo, faço mais fitas do que eles faziam com a minha idade. No cômputo geral não deixo de ser uma criança calma, que dorme e come bem e que não tem dado chatices.
Estou cada vez mais desperta para a vida. Já sigo as pessoas com os olhos mas ainda dou a sensação que não vejo bem - parece que vejo apenas vultos, jogos de contraste (luz e sombra) e ainda tenho o olhar meio alheado.
Já sorrio quando falam comigo num tom calmo e já tenho refegos nas pernas! A roupa já me fica razoavelmente bem… até já me vestiram um vestido à menina!
Estou a ficar careca em cima e com penteado à padre - aliás igual ao que aconteceu aos meus irmãos! Não entendo como é que numa família tão ateia, nascem 3 crianças que se assemelham a padrecos… queres ver que no discurso também lhes sai um "axim em bez de assim"!
Consigo estar 6/7horas sem comer mas é entre as 21h e as 3h da manhã; os meus pais ainda não conseguiram alterar o horário para evitar que haja "turno da noite".
Tem sido o meu pai a dar-me o biberão por volta das 3h da manhã, depois a mãe dá o das 6h ou 7h. Os meus irmãos acordam por volta das 7h15 e por isso já não se dorme mais nesta casa depois disso.
É uma algazarra conseguir ter o Tomás e a Inês vestidos e comidos, o pai de banho tomado e as coisas todas preparadas para sair. A sorte é de facto a mãe ficar em casa e poder orientar tudo o que fica por fazer...
Nesta casa, como em quase todas onde há bebés, a comida come-se fria! Os meus biberões calham habitualmente no horário das refeições e por isso raramente conseguimos sentar-nos todos à mesa em simultâneo.
Estou a beber cerca de 7 biberões por dia - como é de imaginar, não havia mama que desse para isto tudo! As mamas da minha mãe, apesar da sua generosa dimensão, sempre foram muito pobres para alimentar crianças - deve ser de ela não beber água!!!
A mãe está profundamente apaixonada pela relação que eu e os meus irmãos temos; apesar dos contratempos, das "pancadinhas de amor", das birras, etc… a verdade é que é muito giro e ternurento ver-nos aos 3 juntos. Enchemos a casa e só deixamos os crescidos respirar quando estamos todos a dormir.
A Inês fez 3 anos a semana passada, mas como calhou a uma segunda feira, os pais fizeram apenas uma pequena festa na escola dela e um jantar para a família. O Tomás (que faz 2 anos para a semana) também terá algo semelhante este ano.
Quem sabe para o ano há mais paciência, dinheiro e disposição para se fazer uma festa grande como a Inês já teve...
Como é habitual, junto envio umas fotografias para ilustrar tudo o que conto em cima.
(não, não tenho nenhuma das mamas da mãe!)
Obrigada a todos pela atenção dispensada e um beijinho a multiplicar por 5
dos SLIPT ou LIPTS (como preferirem)
1.4.13
4.3.13
Primeiros banhos
A Sofia foi sem dúvida a que reagiu melhor desde o primeiro dia. Afinal de contas: ela devia estar dentro de água mais uma semanitas...
26.2.13
Mais do mesmo - 3º acto
cá estou eu, a Sofia Neto dos Reis, já com 240h de vida para vos contar como tem sido a minha rotina desde que vim ao mundo.
Nasci às 19h de dia 16 de Fevereiro com 2,685kg, 47cm, um apgar de 9/10 e uns invejáveis pulmões em funcionamento.
Ao fim de alguns minutos desenvolvi um gemido e umas bolhinhas na boca sintomáticas de algum sofrimento. Estas fizeram com que os pediatras entendessem que o melhor seria ir para a incubadora e ficar em observação.
Parece que tinha um problema respiratório que obrigou a que estivesse a oxigénio durante umas horas até que o gemido desaparecesse.
Na manhã seguinte ao meu nascimento, a minha mãe já relativamente refeita de mais um intenso momento da sua vida, pôde visitar-me em cadeirinha de rodas e começar a dar-me de mamar (em seco). Eu saía para beber uns "copos" e voltava para "o meu cantinho" logo de seguida para ficar monitorizada.
Ao fim de 40h de vida lá me deixaram ir para o seu quarto. Já apresentava todos os valores normalizados e encontrava-me em condições de conviver com outros bebés e mães.
Na terça feira vim então para casa com os meus pais. Gostei de imediato do "spot" que arranjaram para mim - resolvi que a partir daí já podia abrir os olhos em segurança para conhecer o mundo que me rodeava. São cinzentos escuros e a cada dia mais atentos a tudo.
A minha mãe começou nesse mesmo dia a ter leite e desde aí que quase só me alimento de duas boas maminhas e muita ternura, assim sendo, tenho as condições reunidas para poder ser feliz.
Em relação ao meu feitio, sou mais do mesmo - que é como quem diz - fui feita no mesmo molde que os meus irmãos. Como e durmo, faço cocós e xixis e pouco mais há a dizer sobre mim… De noite acordo de 4 em 4h para mamar, de dia posso variar entre as 2,5h e as 4h. Estou a tentar encontrar uma rotina mas ainda não estou muito esclarecida.
Quanto à fisionomia, quase todos me acham iguais à minha irmã quando nasceu. Sou de facto parecida com ela mas tenho também alguns elementos do meu irmão - tal como o nariz. Não há dúvidas de que sou filha do meu pai, aliás, a mãe já pondera seriamente em ter o 4º filho, desta vez criado na barriga do pai, tal é a frustração de todos saírem ao seu lado da família.
Algumas curiosidades sobre mim:
"Perdi o umbigo" ao 7º dia - dia do aniversário do meu pai.
Já fiz cocós pretos mas agora são só bolinhas amarelas.
Nasci com o cabelo em pé e embora agora já esteja penteado, a minha mãe chama-me Ouriço!
Tenho uns pés e mãos muito compridos e de dedos fininhos.
Quanto à mãe, está óptima. Não fosse o joelho afectado pelo atropelamento e quase que já correria a maratona! A epidural foi um descanso. Foram cerca de 3 dias em que não havia dores no joelho e parecia que tudo estava bem. Agora que o efeito passou, o joelho é mesmo o que mais tem atrapalhado a sua mobilidade. Estamos à espera de uma consulta para ver se resolvemos esse problema.
Sobre a operação, parece que a 3ª cesariana custa menos que a 2ª, que por sua vez custa menos que a 1ª.
Já tirou os pontos ontem, tem uma cicatriz muito bonita e já se mexe tão bem que já teve 2 festas de aniversário cá em casa.
Como já está a conseguir dormir cerca de 6 a 7h por noite, já começa a ter os sonos regularizados e a ter um raciocínio mais coerente. Nos primeiros dias estava com a cabecinha um pouco caótica!
O pai tem ajudado imenso em tudo o que pode. Como imaginam, tentar controlar duas crianças que só querem dar beijinhos e festinhas na irmã, não é tarefa fácil. O pai tem estado mais ocupado das duas pestinhas, enquanto a mãe trata da aspirante a tal, eu.
Não se nota ainda qualquer ciúme por parte dos meus irmãos. Dá a sensação de que a vida deles foi sempre regida pela existência de uma bebé que estava na barriga da mãe e que agora saiu. A Inês até já disse que como eu já cá estou fora, já podia bater na barriga da mãe à vontade!
25.2.13
17.2.13
16.2.13
Cereja no topo do bolo
Olá a todos,
em primeiro lugar gostaria de agradecer a todos os que enviaram mensagens de apoio para este grande dia e a quem não tive tempo de responder personalizadamente. Obrigada!!!
A última semana antes do meu nascimento foi bastante atribulada: começou com o aniversário da minha mãe no Domingo - que foi muito agradável e na companhia da família toda; foi género uma festa de anos versus despedida de uma enorme barriga que muito provavelmente não crescerá mais, pelas mesmas razões.
Na segunda feira a mãe foi contemplada com a "cereja no topo do bolo". Quando saiu para ir fazer o CTG à Maternidade Alfredo da Costa, parou numa bomba de gasolina para encher o depósito e teve um encontro imediato com um carro em andamento, resultado: foi atropelada!
Como podem imaginar, ser atropelada às 35 semanas de gravidez é a coisa mais agradável e oportuna que nos pode acontecer, mas à "boa portuguesa" o discurso é sempre o mesmo: Teve sorte, foi só um joelho torcido!!!
Se a mãe já estava limitada nos movimentos, passou a estar literalmente espojada no sofá com gelo no joelho dias inteiros até ontem; uma cicatriz de cesariana aliada a um joelho que mal mexe, são duas coisas que ajudam em muito a tratar de um bebé recém nascido!
Felizmente e para já, houve uma epidural que tirou todas as dores da mãe, o futuro logo se vê.
Mas enfim, cá estou eu agora do lado de fora. Vim para o hospital por volta das 11h da manhã (ainda do lado de dentro da mãe Lia), e após tratar de toda a burocracia e logística, lá nasci às 19h00.
Sou uma miúda toda composta, com todos os membros e uns magníficos 2,685Kg. Precisei de ir para a incubadora, apenas por prevenção, o que deixa os meus pais mais descansados.
Tanto eu como a mãe estamos bem e já deitadas nas nossas camas para os próximos 3 dias. Junto enviamos uma fotografia como é da praxe!
Quando voltarmos para casa entraremos em contacto convosco para contar os pormenores da minha nova existência.
Mais uma vez, obrigada a todos pelo apoio que têm demonstrado
em primeiro lugar gostaria de agradecer a todos os que enviaram mensagens de apoio para este grande dia e a quem não tive tempo de responder personalizadamente. Obrigada!!!
A última semana antes do meu nascimento foi bastante atribulada: começou com o aniversário da minha mãe no Domingo - que foi muito agradável e na companhia da família toda; foi género uma festa de anos versus despedida de uma enorme barriga que muito provavelmente não crescerá mais, pelas mesmas razões.
Na segunda feira a mãe foi contemplada com a "cereja no topo do bolo". Quando saiu para ir fazer o CTG à Maternidade Alfredo da Costa, parou numa bomba de gasolina para encher o depósito e teve um encontro imediato com um carro em andamento, resultado: foi atropelada!
Como podem imaginar, ser atropelada às 35 semanas de gravidez é a coisa mais agradável e oportuna que nos pode acontecer, mas à "boa portuguesa" o discurso é sempre o mesmo: Teve sorte, foi só um joelho torcido!!!
Se a mãe já estava limitada nos movimentos, passou a estar literalmente espojada no sofá com gelo no joelho dias inteiros até ontem; uma cicatriz de cesariana aliada a um joelho que mal mexe, são duas coisas que ajudam em muito a tratar de um bebé recém nascido!
Felizmente e para já, houve uma epidural que tirou todas as dores da mãe, o futuro logo se vê.
Mas enfim, cá estou eu agora do lado de fora. Vim para o hospital por volta das 11h da manhã (ainda do lado de dentro da mãe Lia), e após tratar de toda a burocracia e logística, lá nasci às 19h00.
Sou uma miúda toda composta, com todos os membros e uns magníficos 2,685Kg. Precisei de ir para a incubadora, apenas por prevenção, o que deixa os meus pais mais descansados.
Tanto eu como a mãe estamos bem e já deitadas nas nossas camas para os próximos 3 dias. Junto enviamos uma fotografia como é da praxe!
Quando voltarmos para casa entraremos em contacto convosco para contar os pormenores da minha nova existência.
Mais uma vez, obrigada a todos pelo apoio que têm demonstrado
15.2.13
The American Great Disaster
Nas minhas memórias de infância, estão muitos jantares com os meus pais no restaurante "The Great American Disaster".
Eu e o meu irmão há muito combinávamos ir fazer uma visita ao fim destes anos todos a este emblemático restaurante para ver se nos fazia recordar alguma coisa...
Que dia melhor do que o dia anterior à Sofia nascer?!?
Resultado:
Não é nada como nos lembrávamos.
Só tinha malta até aos 20 anos a jantar connosco.
O barulho era quase insuportável.
O Tomás e a Inês adoraram ir ao "estorante".
Mas valeu pela comemoração do último dia de uma família de 4!
Eu e o meu irmão há muito combinávamos ir fazer uma visita ao fim destes anos todos a este emblemático restaurante para ver se nos fazia recordar alguma coisa...
Que dia melhor do que o dia anterior à Sofia nascer?!?
Resultado:
Não é nada como nos lembrávamos.
Só tinha malta até aos 20 anos a jantar connosco.
O barulho era quase insuportável.
O Tomás e a Inês adoraram ir ao "estorante".
Mas valeu pela comemoração do último dia de uma família de 4!
11.2.13
Notícia de última hora - a previsão!
Olá meus amigos e família,
eu Sofia, venho por este meio informar, que tenho a minha data de nascimento marcada para dia 16 de Fevereiro de 2013 (Sábado). Sou assim, tipo a minha mãe, toda organizada, com pouca tolerância para imprevistos e penso sempre por antecipação - vamos a ver se não me corre mal…
Será uma cesariana, às 36 semanas e dois dias, o que faz com que eu venha (muito provavelmente) a ser muito pequena e frágil. Poderei ter de passar uns dias na incubadora (ou na fritadeira - como dizia o meu tio Bruno quando era pequeno), antes de vir para o calor da minha nova casa.
A minha mãe continua com pouco líquido - o que deixa o médico bastante preocupado - e daí a decisão de me arrancar do meu "elemento" para o meio desta confusão que está o país. Faço assim uma espécie de troca por troika e vamos ver como corre a vida de uma família de 5 nesta crise. A avaliar pela quantidade de roupa para lavar, vai ser muito penoso, mas vou tentar colaborar vomitando menos que os meus irmãos!!!
Continuo a ser eléctrica dentro do útero, o que deixa a mãe e o Dr. descansados. Enquanto eu me for mexendo muito, é sinal de que não estou a sofrer. Já estou a ser seguida duas vezes por semana com CTG e ecografia e por isso vai correr tudo pelo melhor.
Tal como os meus irmãos, nascerei na Mac e - em princípio - pelas mãos do Dr. Repas Gonçalves. A minha mãe deve "penar" um bocadinho a nível hoteleiro nesse hospital, mas a verdade é que em termos médicos é o melhor para fazer nascer uma criança de risco.
Quanto à evolução da minha relação com os meus irmãos, está cada vez melhor. A Inês chega a casa todos os dias e vai perguntar à mãe se Eu já nasci - "tadita" mal sabe ela que quando a irmã nascer, a mãe não estará a "jiboiar" no sofá como nos últimos meses mas, pelo contrário, estará ausente uns dias de casa… A mãe responde-lhe sempre que quando Eu tiver nascido, ela dará por isso porque haverá um bebé novo em casa - a mãe espera não estar a dar falsas informações a este nível...
O Tomás continua na sua, cool, a barriga da mãe é grande e excelente para fazer de tambor, tem uma Sofia lá dentro, vai ser irmã dele, yah, mas o que é que isso quer dizer? Não sabe! "Tou nem aí!"
A assim se resume os últimos dias de uma família de 5 pessoas em que 3 são nascidas em Fevereiro e as outras duas em Abril - falta de originalidade!
eu Sofia, venho por este meio informar, que tenho a minha data de nascimento marcada para dia 16 de Fevereiro de 2013 (Sábado). Sou assim, tipo a minha mãe, toda organizada, com pouca tolerância para imprevistos e penso sempre por antecipação - vamos a ver se não me corre mal…
Será uma cesariana, às 36 semanas e dois dias, o que faz com que eu venha (muito provavelmente) a ser muito pequena e frágil. Poderei ter de passar uns dias na incubadora (ou na fritadeira - como dizia o meu tio Bruno quando era pequeno), antes de vir para o calor da minha nova casa.
A minha mãe continua com pouco líquido - o que deixa o médico bastante preocupado - e daí a decisão de me arrancar do meu "elemento" para o meio desta confusão que está o país. Faço assim uma espécie de troca por troika e vamos ver como corre a vida de uma família de 5 nesta crise. A avaliar pela quantidade de roupa para lavar, vai ser muito penoso, mas vou tentar colaborar vomitando menos que os meus irmãos!!!
Continuo a ser eléctrica dentro do útero, o que deixa a mãe e o Dr. descansados. Enquanto eu me for mexendo muito, é sinal de que não estou a sofrer. Já estou a ser seguida duas vezes por semana com CTG e ecografia e por isso vai correr tudo pelo melhor.
Tal como os meus irmãos, nascerei na Mac e - em princípio - pelas mãos do Dr. Repas Gonçalves. A minha mãe deve "penar" um bocadinho a nível hoteleiro nesse hospital, mas a verdade é que em termos médicos é o melhor para fazer nascer uma criança de risco.
Quanto à evolução da minha relação com os meus irmãos, está cada vez melhor. A Inês chega a casa todos os dias e vai perguntar à mãe se Eu já nasci - "tadita" mal sabe ela que quando a irmã nascer, a mãe não estará a "jiboiar" no sofá como nos últimos meses mas, pelo contrário, estará ausente uns dias de casa… A mãe responde-lhe sempre que quando Eu tiver nascido, ela dará por isso porque haverá um bebé novo em casa - a mãe espera não estar a dar falsas informações a este nível...
O Tomás continua na sua, cool, a barriga da mãe é grande e excelente para fazer de tambor, tem uma Sofia lá dentro, vai ser irmã dele, yah, mas o que é que isso quer dizer? Não sabe! "Tou nem aí!"
A assim se resume os últimos dias de uma família de 5 pessoas em que 3 são nascidas em Fevereiro e as outras duas em Abril - falta de originalidade!
18.1.13
Lá fora chove e eu cá dentro sofro uma seca às 32 semanas!
Amigos e família, Olá!
Sim, sou eu novamente, a Sofia que há muito não dava notícias. Tenho andado tão ocupada nas voltas e reviravoltas no útero da minha mãe que me tenho esquecido de vos informar sobre a minha existência de 32 semanas.
Não tem sido fácil mas a mãe com o seu andar à pinguim já está melhor de uma grave ciática que teve durante o mês de Dezembro. Foi complicado fazer as compras de Natal e a festa com tamanhas dores, mas sobrevivemos. O ar da mãe era de tal forma que na rua as velhinhas lhe davam prioridade e passagem nas mais diversas ocasiões - deviam achar que se não o fizessem arriscar-se-iam a ajudar no parto ali mesmo no elevador, passadeira ou alfalto. Mas não, apesar do enorme tamanho da barriga (que é como quem diz, do estado balofo da mãe), o problema não era eu estar para nascer mas sim as dores nas pernas que tinha.
Entretanto esta questão resolveu-se e o facto de estarmos de baixa em casa e a descansar, facilitou na recuperação: muita vitamina B e suplemento de sofá, e finalmente as pernas já funcionam. Agora o problema é a falta de preparação física aliada ao tamanho da barriga, tudo cansa!
Ontem voltei a fazer uma ecografia com a pessoa que viu os meus irmãos ao vivo e a cores pela primeira vez - o Dr. Repas Gonçalves. As notícias não são as melhores mas tudo se há-de resolver: Parece que há uma "fuga na canalização", que faz com que eu tenha pouco líquido no aquário. Isto pode causar problema daqui até ao final da gestação e por isso tenho de andar vigiada de semana a semana ou de 15 em 15 dias. Estima-se que não venha a ser uma gravidez de termo. Vamos esperar as 35 semanas e a partir daí, ao mínimo sinal de alarme, venho ver a luz do dia.
A mãe gostaria que pelo menos as 36 semanas (em que já tenho o reflexo da sucção) fossem cumpridas, e como tal temos de estar deitadas tanto tempo quanto possível. Não estamos obrigadas a estar na cama a toda a hora mas sempre que tivermos possibilidade, em vez de sentadas ou em pé, deitamo-nos - agora é que vai ser engordar a valer!!!
De resto tudo está normal. Estou com 1,945kg, sou uma miúda gira com cara de bebé (viu-se muito bem na ecografia) e mexo-me o tempo todo. Dá mesmo a sensação que não durmo nada!
Em relação aos meus irmãos, já fui absolutamente aceite; ambos já falam de mim como um dado adquirido. A Inês já esclarece toda a gente que tudo o que é para dividir entre os irmãos, tem de ser dividido por 3. O Tomás já interiorizou que vai ter duas manas - e se lhe perguntarem como se chamam, o primeiro nome é sempre o meu: Sofia Neto dos Reis!
Já agora conto uma conversa que a Inês teve com a mãe no outro dia:
Inês: Mãe, a Sofia é minha amiga?
Mãe: Sim Inês, aliás vais perceber que ao longo da tua vida, os melhores amigos que vais ter serão sempre o Tomás e a Sofia.
Inês em conversa com diversas pessoas: A minha amiga Sofia...
As outras pessoas: amiga da escola ou lá do prédio?
Inês: nãaaaooooo, a minha amiga Sofia da barriga da mãe!!!
19.12.12
11.12.12
2.11.12
31.10.12
Cromossomicamente falando
Bom dia caros amigos e família,
cá estou eu, mais uma vez, para relembrar a minha curta existência e as peripécias que dela fazem parte.
Já cá contam praticamente 21 semanas e as notícias são animadoras:
Após uma amniocentese sem contratempos e com resultados normais, ficou cientificamente provado que sou um XX, que é como quem diz, mais um daqueles seres humanos que nasceram para azucrinar a vida do bicho homem, vulgo "mulher".
Tenho os 23 conjuntos de cromossomas habituais, embora alguns já sejam bastante torcidos - fazendo adivinhar qual será o meu feitio no futuro - mas todos dentro daquilo que se considera normal. Filha do meu pai e da minha mãe, não havia forma de ter cromossomas direitinhos - se é que me entendem!
Também já tive a oportunidade de fazer a ecografia morfológica, onde verificaram que tenho tudo no sítio e em quantidades adequadas. É pena, face ao exemplo da minha mãe, começo a achar que dava jeito eu ter 3 braços - nunca se sabe quantos filhos terei…
Tudo funciona bem e estou a crescer a olhos vistos!
O meu nome está decidido, apesar de algumas contrariedades, já o meu irmão era para ter este nome se fosse menina e por isso serei a SOFIA NETO DOS REIS, fazendo da minha família os SLIPT. Impressionante como o elemento mais pequeno da família vem alterar sempre coisas definidas há tanto tempo…
Conto nascer no início de Março para fazer com que os aniversários lá em casa caiam todos nos meses de Fevereiro, Março e Abril. Fica tudo resolvido em 3 meses, fazendo do mês de Maio aquele em que passamos fome por falta de dinheiro. Se vos ligarmos mais vezes esse mês para ir jantar a vossa casa, já sabem porquê!
Em relação aos meus irmãos, a Inês está feliz e repete consecutivamente que vai ter uma irmã muito pequenina; que vão abrir a barriga da mãe, que tiram a Sofia de lá e que ela vai beber o leite da mama da mãe. Não parece que tenha a perfeita consciência do que diz mas tem a lição bem estudada…
Quanto ao Tomás, passa-lhe tudo ao lado - ou não fosse homem!!! Não quer saber, não liga nenhuma, mas quando cá estiver é que vamos ver; mãe a dividir por 3 é muito pouco para cada um!!!
Junto envio a minha foto de perfil e um exemplar do conteúdo de uma célula minha - esta mania da nossa mãe expor a nossa vida a toda a gente (mesmo antes de nascermos), está já a ultrapassar os limites do bom senso - já mostra o interior das células e tudo!!!!!!!
Obrigada pela paciência para lerem o que escrevo e espero ter mais notícias em breve
Um beijinho a todos da Sofia e dos restantes SLIPT
13.10.12
intimidades II
O que importa é ter companhia em todos os momentos da nossa vida... Eles não dispensam a companhia um do outro na hora das necessidades.
11.10.12
Trabalhos da escola
Na escola já fazemos muitas actividades. Nesta sou uma libelinha a decorar uma parede cheia de duendes e outras iguais a mim. Já começo a achar piada a tudo isto - é mais giro que ficar em casa...
17 semanas - tentativa de despejo
Olá novamente,
cá estou eu, o “+1” da família LIPT, para dar notícias sobre a minha gestação.
Ontem foi um dia especial, a senhoria da minha casa – que é como quem diz, a dona da barriga que me acolhe, vulgo, a minha mãe - optou por fazer uma tentativa de despejo (amniocentese). Desde o evento e até ao fim do dia de amanhã (quinta-feira), temos de estar bem quietinhos, deitados no sofá ou na cama, para que não seja consumado o referido acto.
Para quem não sabe, este exame é feito para determinar se o feto tem algum tipo de trissomia; são analisados os cromossomas e fica feito o despiste para alguma irregularidade que haja. Consiste em retirar da placenta um pouco de líquido amniótico através de um furinho na barriga, e como todos sabem, furos não faltam à minha mãe, como tal ainda foi sugerido aproveitar um dos que já tinha, no entanto a médica achou que se a agulha fosse maior o exame seria mais bem sucedido... Não doeu rigorosamente nada, mas há no entanto uma probabilidade ínfima de aborto - daí o sossego a que nos temos de sujeitar nos próximos dias... A ecografia que tem de ser feita para este exame trouxe ainda uma novidade: qual o meu sexo.
Os pais andaram estes meses todos convencidos que eu seria um rapaz; a mãe dizia que era o seu sexto sentido, o pai o seu desejo, no entanto estavam ambos absolutamente enganados; sou mais uma fêmea que vem justificar a compra da caçadeira que o meu pai fez quando a Inês nasceu! Quem vai ficar muito feliz com a novidade é a minha irmã – ela sempre disse que queria uma mana e por isso foi-lhe feita a vontade.
Sou uma miúda gira que já tem 17 semanas e 6 dias de gestação e aí uns 12 cm de comprimento. Mexo-me bastante e apesar de ninguém ver, respondo às cabeçadas da minha irmã na barriga da minha mãe – chamam-se pancadinhas de amor! Tanto ela como o meu irmão foram dormir fora esta noite, a fim de garantir que a mãe esteja mesmo sossegada e que não haja imprevistos.
Agora são cerca de 15 dia até saírem os resultados da amniocentese, vai correr tudo bem com certeza!
Novidades sobre os meus irmão, estão grandes e a adaptarem-se ao maravilhoso novo mundo dos crescidos. A Inês, desde que foi para a escola, parece ter nascido outra vez e agora com uma personalidade diferente: muito mais carente, insegura e triste, esperamos que passe rapidamente. O Tomás como se mantém na ama a que está habituado, apenas sente falta da irmã: “A mana? A mana? A mana?...”
Como sempre volto a dar notícias quando as houver e lanço o desafio de votarem nos nomes que envio:
Sofia
Rita
Filipa
outras sugestões...
Obrigada a todos pelo Vosso apoio, um beijinho
+1 dos LIPT
cá estou eu, o “+1” da família LIPT, para dar notícias sobre a minha gestação.
Ontem foi um dia especial, a senhoria da minha casa – que é como quem diz, a dona da barriga que me acolhe, vulgo, a minha mãe - optou por fazer uma tentativa de despejo (amniocentese). Desde o evento e até ao fim do dia de amanhã (quinta-feira), temos de estar bem quietinhos, deitados no sofá ou na cama, para que não seja consumado o referido acto.
Para quem não sabe, este exame é feito para determinar se o feto tem algum tipo de trissomia; são analisados os cromossomas e fica feito o despiste para alguma irregularidade que haja. Consiste em retirar da placenta um pouco de líquido amniótico através de um furinho na barriga, e como todos sabem, furos não faltam à minha mãe, como tal ainda foi sugerido aproveitar um dos que já tinha, no entanto a médica achou que se a agulha fosse maior o exame seria mais bem sucedido... Não doeu rigorosamente nada, mas há no entanto uma probabilidade ínfima de aborto - daí o sossego a que nos temos de sujeitar nos próximos dias... A ecografia que tem de ser feita para este exame trouxe ainda uma novidade: qual o meu sexo.
Os pais andaram estes meses todos convencidos que eu seria um rapaz; a mãe dizia que era o seu sexto sentido, o pai o seu desejo, no entanto estavam ambos absolutamente enganados; sou mais uma fêmea que vem justificar a compra da caçadeira que o meu pai fez quando a Inês nasceu! Quem vai ficar muito feliz com a novidade é a minha irmã – ela sempre disse que queria uma mana e por isso foi-lhe feita a vontade.
Sou uma miúda gira que já tem 17 semanas e 6 dias de gestação e aí uns 12 cm de comprimento. Mexo-me bastante e apesar de ninguém ver, respondo às cabeçadas da minha irmã na barriga da minha mãe – chamam-se pancadinhas de amor! Tanto ela como o meu irmão foram dormir fora esta noite, a fim de garantir que a mãe esteja mesmo sossegada e que não haja imprevistos.
Agora são cerca de 15 dia até saírem os resultados da amniocentese, vai correr tudo bem com certeza!
Novidades sobre os meus irmão, estão grandes e a adaptarem-se ao maravilhoso novo mundo dos crescidos. A Inês, desde que foi para a escola, parece ter nascido outra vez e agora com uma personalidade diferente: muito mais carente, insegura e triste, esperamos que passe rapidamente. O Tomás como se mantém na ama a que está habituado, apenas sente falta da irmã: “A mana? A mana? A mana?...”
Como sempre volto a dar notícias quando as houver e lanço o desafio de votarem nos nomes que envio:
Sofia
Rita
Filipa
outras sugestões...
Obrigada a todos pelo Vosso apoio, um beijinho
+1 dos LIPT
27.9.12
25.9.12
LIPT+1 episódio 1 (o piloto foi muito complicado!)
Olá a todos,
a grande maioria das pessoas ainda não me conhece, mas eu serei a próxima letra da família LIPT.
Estou neste momento num já adiantado estado de conservação em líquido amniótico - 15 semanas - e venho finalmente apresentar-me.
A minha existência foi alvo de grande ponderação, visto que sou o terceiro bebé a nascer no seio desta família de tão tenra idade…
Apesar das contrariedades, lá convenci a minha mãe de que sou merecedor de existir, e como tal em princípio lá para Março do ano que vem, terei também eu lugar no mundo.
Serei o verdadeiro "filho da mãe" visto que o meu pai ainda não está muito convencido, no entanto tenho a certeza que, depois de cá andar, serei tão querido como os meus dois irmãos que já estão uns crescidos.
Fui ontem ao doutor tirar umas fotografias e saber como ando e não ficou ainda evidente qual o meu sexo. Terão que esperar por uma próxima eco para me poderem finalmente dar nome.
Estou bem de saúde, mas talvez por todas as dúvidas que preocuparam a minha mãe no primeiro trimestre, ela terá de aumentar a dose de droga diária que injecta. Nada de relevante, apenas mais prazer que o meu pai terá a massacrá-la!
As fotografias não ficaram nada de especial e como tal não vale a pena colocá-las.
a grande maioria das pessoas ainda não me conhece, mas eu serei a próxima letra da família LIPT.
Estou neste momento num já adiantado estado de conservação em líquido amniótico - 15 semanas - e venho finalmente apresentar-me.
A minha existência foi alvo de grande ponderação, visto que sou o terceiro bebé a nascer no seio desta família de tão tenra idade…
Apesar das contrariedades, lá convenci a minha mãe de que sou merecedor de existir, e como tal em princípio lá para Março do ano que vem, terei também eu lugar no mundo.
Serei o verdadeiro "filho da mãe" visto que o meu pai ainda não está muito convencido, no entanto tenho a certeza que, depois de cá andar, serei tão querido como os meus dois irmãos que já estão uns crescidos.
Fui ontem ao doutor tirar umas fotografias e saber como ando e não ficou ainda evidente qual o meu sexo. Terão que esperar por uma próxima eco para me poderem finalmente dar nome.
Estou bem de saúde, mas talvez por todas as dúvidas que preocuparam a minha mãe no primeiro trimestre, ela terá de aumentar a dose de droga diária que injecta. Nada de relevante, apenas mais prazer que o meu pai terá a massacrá-la!
As fotografias não ficaram nada de especial e como tal não vale a pena colocá-las.
16.9.12
A minha primeira visita ao Zoo
A passear no teleférico - altos vôos.
Encontros imediatos de 3º grau.
A foto da praxe na companhia do tio.
13.9.12
Subscrever:
Mensagens (Atom)































