Hoje fui à Dra.
percentil 50 de peso e altura, e 75 de Perímetro Cefálico (idade real),
percentil 75 de peso e altura, e 90 Perímetro Cefálico (idade corrigida).
Sou 5,990kg e 59,5cm de gente.
Sou molinha - nada igual aos meus irmãos. Tenho de começar o ginásio para ganhar tónus muscular.
Sorrio e palro muito sempre que se metem comigo.
Descobri que tenho uma mão que cabe na minha boca.
Uso chucha só às vezes, cubro a cara com a fralda para dormir e já me destapo com os pontapés que dou no ar.
Faço duas belas pregas nas pernas, tenho cócegas nos pés e gosto de estar nua.
Adoro os meus irmãos mas às vezes assustam-me!
Sou diferente deles, mais mãe para variar!
Já fiz o meu cartão do cidadão.
... e esta sou eu aos 3 meses e 20 dias.
7.6.13
4.6.13
2.6.13
1.6.13
30.5.13
27.5.13
16.5.13
A 3ª filha ao 3º mês
Olá a todos,
aqui estou eu, a 3ª filha (neta do Neto e neta do Reis) a fazer o relato da minha vida até ao meu 3º mês:
Faço hoje 89 dias e apesar de ter nascido assim para o "piqueno", hoje sou uma bola de mimo que nunca mais acaba; estou ENORME!
Facto é que - para além de arrotar como eles - o leite que bebo diariamente deve dar para alimentar a equipa de rugby sénior do CDUL!
À semelhança dos meus irmãos, já durmo noites inteiras. Demorei um pouco mais que eles mas já sou "food independent" à noite.
Desde os dois meses que estou a dormir no quarto com a minha irmã (sabem como é, o 3º filho cria-se sozinho...).
Apesar de eu não dar muita chatice, não nos podemos esquecer que são 3 filhos para gerir; os meus pais andam tão de rastos que já dispensaram o protocolo e puseram-me a dormir "no olho da rua".
Já converso com os amigos que a minha mãe pendura a fazer-me cócegas no nariz: eu digo arreeemmm, eles respondem tlintlintlin! Isto deve-se ao gene do "nunca mais se cala" que herdei da minha mãezinha - aliás os meus irmãos também foram abençoados.
Farto-me de rir a olhar para a testa das pessoas e para os candeeiros - devo gostar de ver coisas penduradas…
Para não variar muito, sou mais uma miúda sossegada, no entanto já começo a exigir mais atenção por parte de todos; passo mais horas por dia acordada e quando não estou na conversa com tudo o que me rodeia, quero atenção de alguém para mim.
A conclusão a que a minha mãe chega é que o sossego no primeiro ano de vida é para ganhar alento para os seguintes: Não há quem pare os meus irmãos e todos se lembram que eles eram também bebés calmíssimos!
Na realidade não se pode dizer que sejam muito enérgicos, a questão é que quando estão um com o outro, há o descontrole total e tornam-se pequenas feras!
Eu Sofia adoro a confusão que eles arranjam sempre que estamos todos juntos: Durmo com o barulho e habitualmente dou-lhes espaço para terem a atenção dos nossos pais; sei que quando eles saem passo a ser a princesa do lar!
Eles por seu lado, estão sempre a tentar dar-me beijos, abracinhos, festinhas, etc… mas sabem como são os carinhos de crianças pequenas: se os meus pais não estiverem de olho, muito provavelmente em breve serei "batido de Sofia" ou até "Sofia a murro".
O meu irmão Tomás está a tornar-se um miúdo muito ternurento mas reguila. É muito impulsivo, tem raivinhas como a mãe, mas quando está sozinho com alguém porta-se lindamente. Adora dar e receber miminhos e conquista as pessoas com o olhar. Cada vez dorme menos e pior - a quem sairá??? (Hoje eram 3 da manhã e estava pronto para a vida!). Ao contrário do que era anteriormente, agora é um comilão e infelizmente ainda faz grandes e mal cheirosos presentes na fralda… Fala muito e já se explica lindamente!
A minha irmã Inês é nitidamente uma menina! Muito sentimental e chorona, também muito afectuosa e adora festinhas pelo corpo todo (que para quem não sabe, isto é característica de família), deita-se ao nosso colo, puxa a tshirt para cima e diz "faz cócegas mãe, faz cócegas!". Está a ficar muito crescida e cada vez ajuda mais e compreende melhor o que se lhe diz. Apesar de não usar fralda de dia há quase 1 ano, só agora começa a ter a iniciativa de ir sozinha à casa de banho sem pedir ajuda - que bom!!!
Enfim, somos "uma família portuguesa com certeza", que apesar da conjuntura não pensa em emigrar; tem é de arranjar maneira de optimizar o dia a dia para não dar tudo em louco entretanto…
aqui estou eu, a 3ª filha (neta do Neto e neta do Reis) a fazer o relato da minha vida até ao meu 3º mês:
Faço hoje 89 dias e apesar de ter nascido assim para o "piqueno", hoje sou uma bola de mimo que nunca mais acaba; estou ENORME!
Facto é que - para além de arrotar como eles - o leite que bebo diariamente deve dar para alimentar a equipa de rugby sénior do CDUL!
À semelhança dos meus irmãos, já durmo noites inteiras. Demorei um pouco mais que eles mas já sou "food independent" à noite.
Desde os dois meses que estou a dormir no quarto com a minha irmã (sabem como é, o 3º filho cria-se sozinho...).
Apesar de eu não dar muita chatice, não nos podemos esquecer que são 3 filhos para gerir; os meus pais andam tão de rastos que já dispensaram o protocolo e puseram-me a dormir "no olho da rua".
Já converso com os amigos que a minha mãe pendura a fazer-me cócegas no nariz: eu digo arreeemmm, eles respondem tlintlintlin! Isto deve-se ao gene do "nunca mais se cala" que herdei da minha mãezinha - aliás os meus irmãos também foram abençoados.
Farto-me de rir a olhar para a testa das pessoas e para os candeeiros - devo gostar de ver coisas penduradas…
Para não variar muito, sou mais uma miúda sossegada, no entanto já começo a exigir mais atenção por parte de todos; passo mais horas por dia acordada e quando não estou na conversa com tudo o que me rodeia, quero atenção de alguém para mim.
A conclusão a que a minha mãe chega é que o sossego no primeiro ano de vida é para ganhar alento para os seguintes: Não há quem pare os meus irmãos e todos se lembram que eles eram também bebés calmíssimos!
Na realidade não se pode dizer que sejam muito enérgicos, a questão é que quando estão um com o outro, há o descontrole total e tornam-se pequenas feras!
Eu Sofia adoro a confusão que eles arranjam sempre que estamos todos juntos: Durmo com o barulho e habitualmente dou-lhes espaço para terem a atenção dos nossos pais; sei que quando eles saem passo a ser a princesa do lar!
Eles por seu lado, estão sempre a tentar dar-me beijos, abracinhos, festinhas, etc… mas sabem como são os carinhos de crianças pequenas: se os meus pais não estiverem de olho, muito provavelmente em breve serei "batido de Sofia" ou até "Sofia a murro".
O meu irmão Tomás está a tornar-se um miúdo muito ternurento mas reguila. É muito impulsivo, tem raivinhas como a mãe, mas quando está sozinho com alguém porta-se lindamente. Adora dar e receber miminhos e conquista as pessoas com o olhar. Cada vez dorme menos e pior - a quem sairá??? (Hoje eram 3 da manhã e estava pronto para a vida!). Ao contrário do que era anteriormente, agora é um comilão e infelizmente ainda faz grandes e mal cheirosos presentes na fralda… Fala muito e já se explica lindamente!
A minha irmã Inês é nitidamente uma menina! Muito sentimental e chorona, também muito afectuosa e adora festinhas pelo corpo todo (que para quem não sabe, isto é característica de família), deita-se ao nosso colo, puxa a tshirt para cima e diz "faz cócegas mãe, faz cócegas!". Está a ficar muito crescida e cada vez ajuda mais e compreende melhor o que se lhe diz. Apesar de não usar fralda de dia há quase 1 ano, só agora começa a ter a iniciativa de ir sozinha à casa de banho sem pedir ajuda - que bom!!!
Enfim, somos "uma família portuguesa com certeza", que apesar da conjuntura não pensa em emigrar; tem é de arranjar maneira de optimizar o dia a dia para não dar tudo em louco entretanto…
12.5.13
16.4.13
5.4.13
Acabou-se a mama!
Caros amigos e familiares,
cá estou eu - a Sofia - aos 52 dias de vida para vos dar novidades sobre este belo espécime de 51,5cm e 4,050kg.
Como para a maioria dos portugueses, também para mim "ACABOU-SE A MAMA!".
Primeiro foi a da esquerda e há cerca de 4 dias "mandei a baixo" a da direita também. Quem dera ao povo do nosso país conseguir fazer o mesmo ao governo!
Desde os 15 dias de vida que - para além da mama - como suplemento a todas as refeições.
Na primeira consulta com a pediatra depois de ter alta da maternidade, para além dos 100g que tinha perdido após a nascença (que é normal), tinha perdido mais 200g. A mãe decidiu então que só mama não estava a resultar e começou a enfardar-me à grande!
O resultado está à vista, com pouco menos de 2 meses já estou com mais 4,5cm e 1,370kg de ternura.
Como dizem os livros da especialidade: "o filho mais novo é habitualmente o mais mimado"; eu não sou excepção! Embora os meus pais gostassem que as regras fossem as mesmas, a realidade é que agora para além dos avós, tios, amigos, etc… também tenho dois irmãos que não gostam de me ver chorar e sempre que podem tentam calar-me - seja com a chuxa, dando-me atenção ou enchendo-me de mimos. Pessoalmente eu adoro, mas por isso mesmo, faço mais fitas do que eles faziam com a minha idade. No cômputo geral não deixo de ser uma criança calma, que dorme e come bem e que não tem dado chatices.
Estou cada vez mais desperta para a vida. Já sigo as pessoas com os olhos mas ainda dou a sensação que não vejo bem - parece que vejo apenas vultos, jogos de contraste (luz e sombra) e ainda tenho o olhar meio alheado.
Já sorrio quando falam comigo num tom calmo e já tenho refegos nas pernas! A roupa já me fica razoavelmente bem… até já me vestiram um vestido à menina!
Estou a ficar careca em cima e com penteado à padre - aliás igual ao que aconteceu aos meus irmãos! Não entendo como é que numa família tão ateia, nascem 3 crianças que se assemelham a padrecos… queres ver que no discurso também lhes sai um "axim em bez de assim"!
Consigo estar 6/7horas sem comer mas é entre as 21h e as 3h da manhã; os meus pais ainda não conseguiram alterar o horário para evitar que haja "turno da noite".
Tem sido o meu pai a dar-me o biberão por volta das 3h da manhã, depois a mãe dá o das 6h ou 7h. Os meus irmãos acordam por volta das 7h15 e por isso já não se dorme mais nesta casa depois disso.
É uma algazarra conseguir ter o Tomás e a Inês vestidos e comidos, o pai de banho tomado e as coisas todas preparadas para sair. A sorte é de facto a mãe ficar em casa e poder orientar tudo o que fica por fazer...
Nesta casa, como em quase todas onde há bebés, a comida come-se fria! Os meus biberões calham habitualmente no horário das refeições e por isso raramente conseguimos sentar-nos todos à mesa em simultâneo.
Estou a beber cerca de 7 biberões por dia - como é de imaginar, não havia mama que desse para isto tudo! As mamas da minha mãe, apesar da sua generosa dimensão, sempre foram muito pobres para alimentar crianças - deve ser de ela não beber água!!!
A mãe está profundamente apaixonada pela relação que eu e os meus irmãos temos; apesar dos contratempos, das "pancadinhas de amor", das birras, etc… a verdade é que é muito giro e ternurento ver-nos aos 3 juntos. Enchemos a casa e só deixamos os crescidos respirar quando estamos todos a dormir.
A Inês fez 3 anos a semana passada, mas como calhou a uma segunda feira, os pais fizeram apenas uma pequena festa na escola dela e um jantar para a família. O Tomás (que faz 2 anos para a semana) também terá algo semelhante este ano.
Quem sabe para o ano há mais paciência, dinheiro e disposição para se fazer uma festa grande como a Inês já teve...
Como é habitual, junto envio umas fotografias para ilustrar tudo o que conto em cima.
(não, não tenho nenhuma das mamas da mãe!)
Obrigada a todos pela atenção dispensada e um beijinho a multiplicar por 5
dos SLIPT ou LIPTS (como preferirem)
cá estou eu - a Sofia - aos 52 dias de vida para vos dar novidades sobre este belo espécime de 51,5cm e 4,050kg.
Como para a maioria dos portugueses, também para mim "ACABOU-SE A MAMA!".
Primeiro foi a da esquerda e há cerca de 4 dias "mandei a baixo" a da direita também. Quem dera ao povo do nosso país conseguir fazer o mesmo ao governo!
Desde os 15 dias de vida que - para além da mama - como suplemento a todas as refeições.
Na primeira consulta com a pediatra depois de ter alta da maternidade, para além dos 100g que tinha perdido após a nascença (que é normal), tinha perdido mais 200g. A mãe decidiu então que só mama não estava a resultar e começou a enfardar-me à grande!
O resultado está à vista, com pouco menos de 2 meses já estou com mais 4,5cm e 1,370kg de ternura.
Como dizem os livros da especialidade: "o filho mais novo é habitualmente o mais mimado"; eu não sou excepção! Embora os meus pais gostassem que as regras fossem as mesmas, a realidade é que agora para além dos avós, tios, amigos, etc… também tenho dois irmãos que não gostam de me ver chorar e sempre que podem tentam calar-me - seja com a chuxa, dando-me atenção ou enchendo-me de mimos. Pessoalmente eu adoro, mas por isso mesmo, faço mais fitas do que eles faziam com a minha idade. No cômputo geral não deixo de ser uma criança calma, que dorme e come bem e que não tem dado chatices.
Estou cada vez mais desperta para a vida. Já sigo as pessoas com os olhos mas ainda dou a sensação que não vejo bem - parece que vejo apenas vultos, jogos de contraste (luz e sombra) e ainda tenho o olhar meio alheado.
Já sorrio quando falam comigo num tom calmo e já tenho refegos nas pernas! A roupa já me fica razoavelmente bem… até já me vestiram um vestido à menina!
Estou a ficar careca em cima e com penteado à padre - aliás igual ao que aconteceu aos meus irmãos! Não entendo como é que numa família tão ateia, nascem 3 crianças que se assemelham a padrecos… queres ver que no discurso também lhes sai um "axim em bez de assim"!
Consigo estar 6/7horas sem comer mas é entre as 21h e as 3h da manhã; os meus pais ainda não conseguiram alterar o horário para evitar que haja "turno da noite".
Tem sido o meu pai a dar-me o biberão por volta das 3h da manhã, depois a mãe dá o das 6h ou 7h. Os meus irmãos acordam por volta das 7h15 e por isso já não se dorme mais nesta casa depois disso.
É uma algazarra conseguir ter o Tomás e a Inês vestidos e comidos, o pai de banho tomado e as coisas todas preparadas para sair. A sorte é de facto a mãe ficar em casa e poder orientar tudo o que fica por fazer...
Nesta casa, como em quase todas onde há bebés, a comida come-se fria! Os meus biberões calham habitualmente no horário das refeições e por isso raramente conseguimos sentar-nos todos à mesa em simultâneo.
Estou a beber cerca de 7 biberões por dia - como é de imaginar, não havia mama que desse para isto tudo! As mamas da minha mãe, apesar da sua generosa dimensão, sempre foram muito pobres para alimentar crianças - deve ser de ela não beber água!!!
A mãe está profundamente apaixonada pela relação que eu e os meus irmãos temos; apesar dos contratempos, das "pancadinhas de amor", das birras, etc… a verdade é que é muito giro e ternurento ver-nos aos 3 juntos. Enchemos a casa e só deixamos os crescidos respirar quando estamos todos a dormir.
A Inês fez 3 anos a semana passada, mas como calhou a uma segunda feira, os pais fizeram apenas uma pequena festa na escola dela e um jantar para a família. O Tomás (que faz 2 anos para a semana) também terá algo semelhante este ano.
Quem sabe para o ano há mais paciência, dinheiro e disposição para se fazer uma festa grande como a Inês já teve...
Como é habitual, junto envio umas fotografias para ilustrar tudo o que conto em cima.
(não, não tenho nenhuma das mamas da mãe!)
Obrigada a todos pela atenção dispensada e um beijinho a multiplicar por 5
dos SLIPT ou LIPTS (como preferirem)
1.4.13
4.3.13
Primeiros banhos
A Sofia foi sem dúvida a que reagiu melhor desde o primeiro dia. Afinal de contas: ela devia estar dentro de água mais uma semanitas...
26.2.13
Mais do mesmo - 3º acto
cá estou eu, a Sofia Neto dos Reis, já com 240h de vida para vos contar como tem sido a minha rotina desde que vim ao mundo.
Nasci às 19h de dia 16 de Fevereiro com 2,685kg, 47cm, um apgar de 9/10 e uns invejáveis pulmões em funcionamento.
Ao fim de alguns minutos desenvolvi um gemido e umas bolhinhas na boca sintomáticas de algum sofrimento. Estas fizeram com que os pediatras entendessem que o melhor seria ir para a incubadora e ficar em observação.
Parece que tinha um problema respiratório que obrigou a que estivesse a oxigénio durante umas horas até que o gemido desaparecesse.
Na manhã seguinte ao meu nascimento, a minha mãe já relativamente refeita de mais um intenso momento da sua vida, pôde visitar-me em cadeirinha de rodas e começar a dar-me de mamar (em seco). Eu saía para beber uns "copos" e voltava para "o meu cantinho" logo de seguida para ficar monitorizada.
Ao fim de 40h de vida lá me deixaram ir para o seu quarto. Já apresentava todos os valores normalizados e encontrava-me em condições de conviver com outros bebés e mães.
Na terça feira vim então para casa com os meus pais. Gostei de imediato do "spot" que arranjaram para mim - resolvi que a partir daí já podia abrir os olhos em segurança para conhecer o mundo que me rodeava. São cinzentos escuros e a cada dia mais atentos a tudo.
A minha mãe começou nesse mesmo dia a ter leite e desde aí que quase só me alimento de duas boas maminhas e muita ternura, assim sendo, tenho as condições reunidas para poder ser feliz.
Em relação ao meu feitio, sou mais do mesmo - que é como quem diz - fui feita no mesmo molde que os meus irmãos. Como e durmo, faço cocós e xixis e pouco mais há a dizer sobre mim… De noite acordo de 4 em 4h para mamar, de dia posso variar entre as 2,5h e as 4h. Estou a tentar encontrar uma rotina mas ainda não estou muito esclarecida.
Quanto à fisionomia, quase todos me acham iguais à minha irmã quando nasceu. Sou de facto parecida com ela mas tenho também alguns elementos do meu irmão - tal como o nariz. Não há dúvidas de que sou filha do meu pai, aliás, a mãe já pondera seriamente em ter o 4º filho, desta vez criado na barriga do pai, tal é a frustração de todos saírem ao seu lado da família.
Algumas curiosidades sobre mim:
"Perdi o umbigo" ao 7º dia - dia do aniversário do meu pai.
Já fiz cocós pretos mas agora são só bolinhas amarelas.
Nasci com o cabelo em pé e embora agora já esteja penteado, a minha mãe chama-me Ouriço!
Tenho uns pés e mãos muito compridos e de dedos fininhos.
Quanto à mãe, está óptima. Não fosse o joelho afectado pelo atropelamento e quase que já correria a maratona! A epidural foi um descanso. Foram cerca de 3 dias em que não havia dores no joelho e parecia que tudo estava bem. Agora que o efeito passou, o joelho é mesmo o que mais tem atrapalhado a sua mobilidade. Estamos à espera de uma consulta para ver se resolvemos esse problema.
Sobre a operação, parece que a 3ª cesariana custa menos que a 2ª, que por sua vez custa menos que a 1ª.
Já tirou os pontos ontem, tem uma cicatriz muito bonita e já se mexe tão bem que já teve 2 festas de aniversário cá em casa.
Como já está a conseguir dormir cerca de 6 a 7h por noite, já começa a ter os sonos regularizados e a ter um raciocínio mais coerente. Nos primeiros dias estava com a cabecinha um pouco caótica!
O pai tem ajudado imenso em tudo o que pode. Como imaginam, tentar controlar duas crianças que só querem dar beijinhos e festinhas na irmã, não é tarefa fácil. O pai tem estado mais ocupado das duas pestinhas, enquanto a mãe trata da aspirante a tal, eu.
Não se nota ainda qualquer ciúme por parte dos meus irmãos. Dá a sensação de que a vida deles foi sempre regida pela existência de uma bebé que estava na barriga da mãe e que agora saiu. A Inês até já disse que como eu já cá estou fora, já podia bater na barriga da mãe à vontade!
25.2.13
17.2.13
16.2.13
Cereja no topo do bolo
Olá a todos,
em primeiro lugar gostaria de agradecer a todos os que enviaram mensagens de apoio para este grande dia e a quem não tive tempo de responder personalizadamente. Obrigada!!!
A última semana antes do meu nascimento foi bastante atribulada: começou com o aniversário da minha mãe no Domingo - que foi muito agradável e na companhia da família toda; foi género uma festa de anos versus despedida de uma enorme barriga que muito provavelmente não crescerá mais, pelas mesmas razões.
Na segunda feira a mãe foi contemplada com a "cereja no topo do bolo". Quando saiu para ir fazer o CTG à Maternidade Alfredo da Costa, parou numa bomba de gasolina para encher o depósito e teve um encontro imediato com um carro em andamento, resultado: foi atropelada!
Como podem imaginar, ser atropelada às 35 semanas de gravidez é a coisa mais agradável e oportuna que nos pode acontecer, mas à "boa portuguesa" o discurso é sempre o mesmo: Teve sorte, foi só um joelho torcido!!!
Se a mãe já estava limitada nos movimentos, passou a estar literalmente espojada no sofá com gelo no joelho dias inteiros até ontem; uma cicatriz de cesariana aliada a um joelho que mal mexe, são duas coisas que ajudam em muito a tratar de um bebé recém nascido!
Felizmente e para já, houve uma epidural que tirou todas as dores da mãe, o futuro logo se vê.
Mas enfim, cá estou eu agora do lado de fora. Vim para o hospital por volta das 11h da manhã (ainda do lado de dentro da mãe Lia), e após tratar de toda a burocracia e logística, lá nasci às 19h00.
Sou uma miúda toda composta, com todos os membros e uns magníficos 2,685Kg. Precisei de ir para a incubadora, apenas por prevenção, o que deixa os meus pais mais descansados.
Tanto eu como a mãe estamos bem e já deitadas nas nossas camas para os próximos 3 dias. Junto enviamos uma fotografia como é da praxe!
Quando voltarmos para casa entraremos em contacto convosco para contar os pormenores da minha nova existência.
Mais uma vez, obrigada a todos pelo apoio que têm demonstrado
em primeiro lugar gostaria de agradecer a todos os que enviaram mensagens de apoio para este grande dia e a quem não tive tempo de responder personalizadamente. Obrigada!!!
A última semana antes do meu nascimento foi bastante atribulada: começou com o aniversário da minha mãe no Domingo - que foi muito agradável e na companhia da família toda; foi género uma festa de anos versus despedida de uma enorme barriga que muito provavelmente não crescerá mais, pelas mesmas razões.
Na segunda feira a mãe foi contemplada com a "cereja no topo do bolo". Quando saiu para ir fazer o CTG à Maternidade Alfredo da Costa, parou numa bomba de gasolina para encher o depósito e teve um encontro imediato com um carro em andamento, resultado: foi atropelada!
Como podem imaginar, ser atropelada às 35 semanas de gravidez é a coisa mais agradável e oportuna que nos pode acontecer, mas à "boa portuguesa" o discurso é sempre o mesmo: Teve sorte, foi só um joelho torcido!!!
Se a mãe já estava limitada nos movimentos, passou a estar literalmente espojada no sofá com gelo no joelho dias inteiros até ontem; uma cicatriz de cesariana aliada a um joelho que mal mexe, são duas coisas que ajudam em muito a tratar de um bebé recém nascido!
Felizmente e para já, houve uma epidural que tirou todas as dores da mãe, o futuro logo se vê.
Mas enfim, cá estou eu agora do lado de fora. Vim para o hospital por volta das 11h da manhã (ainda do lado de dentro da mãe Lia), e após tratar de toda a burocracia e logística, lá nasci às 19h00.
Sou uma miúda toda composta, com todos os membros e uns magníficos 2,685Kg. Precisei de ir para a incubadora, apenas por prevenção, o que deixa os meus pais mais descansados.
Tanto eu como a mãe estamos bem e já deitadas nas nossas camas para os próximos 3 dias. Junto enviamos uma fotografia como é da praxe!
Quando voltarmos para casa entraremos em contacto convosco para contar os pormenores da minha nova existência.
Mais uma vez, obrigada a todos pelo apoio que têm demonstrado
15.2.13
The American Great Disaster
Nas minhas memórias de infância, estão muitos jantares com os meus pais no restaurante "The Great American Disaster".
Eu e o meu irmão há muito combinávamos ir fazer uma visita ao fim destes anos todos a este emblemático restaurante para ver se nos fazia recordar alguma coisa...
Que dia melhor do que o dia anterior à Sofia nascer?!?
Resultado:
Não é nada como nos lembrávamos.
Só tinha malta até aos 20 anos a jantar connosco.
O barulho era quase insuportável.
O Tomás e a Inês adoraram ir ao "estorante".
Mas valeu pela comemoração do último dia de uma família de 4!
Eu e o meu irmão há muito combinávamos ir fazer uma visita ao fim destes anos todos a este emblemático restaurante para ver se nos fazia recordar alguma coisa...
Que dia melhor do que o dia anterior à Sofia nascer?!?
Resultado:
Não é nada como nos lembrávamos.
Só tinha malta até aos 20 anos a jantar connosco.
O barulho era quase insuportável.
O Tomás e a Inês adoraram ir ao "estorante".
Mas valeu pela comemoração do último dia de uma família de 4!
11.2.13
Notícia de última hora - a previsão!
Olá meus amigos e família,
eu Sofia, venho por este meio informar, que tenho a minha data de nascimento marcada para dia 16 de Fevereiro de 2013 (Sábado). Sou assim, tipo a minha mãe, toda organizada, com pouca tolerância para imprevistos e penso sempre por antecipação - vamos a ver se não me corre mal…
Será uma cesariana, às 36 semanas e dois dias, o que faz com que eu venha (muito provavelmente) a ser muito pequena e frágil. Poderei ter de passar uns dias na incubadora (ou na fritadeira - como dizia o meu tio Bruno quando era pequeno), antes de vir para o calor da minha nova casa.
A minha mãe continua com pouco líquido - o que deixa o médico bastante preocupado - e daí a decisão de me arrancar do meu "elemento" para o meio desta confusão que está o país. Faço assim uma espécie de troca por troika e vamos ver como corre a vida de uma família de 5 nesta crise. A avaliar pela quantidade de roupa para lavar, vai ser muito penoso, mas vou tentar colaborar vomitando menos que os meus irmãos!!!
Continuo a ser eléctrica dentro do útero, o que deixa a mãe e o Dr. descansados. Enquanto eu me for mexendo muito, é sinal de que não estou a sofrer. Já estou a ser seguida duas vezes por semana com CTG e ecografia e por isso vai correr tudo pelo melhor.
Tal como os meus irmãos, nascerei na Mac e - em princípio - pelas mãos do Dr. Repas Gonçalves. A minha mãe deve "penar" um bocadinho a nível hoteleiro nesse hospital, mas a verdade é que em termos médicos é o melhor para fazer nascer uma criança de risco.
Quanto à evolução da minha relação com os meus irmãos, está cada vez melhor. A Inês chega a casa todos os dias e vai perguntar à mãe se Eu já nasci - "tadita" mal sabe ela que quando a irmã nascer, a mãe não estará a "jiboiar" no sofá como nos últimos meses mas, pelo contrário, estará ausente uns dias de casa… A mãe responde-lhe sempre que quando Eu tiver nascido, ela dará por isso porque haverá um bebé novo em casa - a mãe espera não estar a dar falsas informações a este nível...
O Tomás continua na sua, cool, a barriga da mãe é grande e excelente para fazer de tambor, tem uma Sofia lá dentro, vai ser irmã dele, yah, mas o que é que isso quer dizer? Não sabe! "Tou nem aí!"
A assim se resume os últimos dias de uma família de 5 pessoas em que 3 são nascidas em Fevereiro e as outras duas em Abril - falta de originalidade!
eu Sofia, venho por este meio informar, que tenho a minha data de nascimento marcada para dia 16 de Fevereiro de 2013 (Sábado). Sou assim, tipo a minha mãe, toda organizada, com pouca tolerância para imprevistos e penso sempre por antecipação - vamos a ver se não me corre mal…
Será uma cesariana, às 36 semanas e dois dias, o que faz com que eu venha (muito provavelmente) a ser muito pequena e frágil. Poderei ter de passar uns dias na incubadora (ou na fritadeira - como dizia o meu tio Bruno quando era pequeno), antes de vir para o calor da minha nova casa.
A minha mãe continua com pouco líquido - o que deixa o médico bastante preocupado - e daí a decisão de me arrancar do meu "elemento" para o meio desta confusão que está o país. Faço assim uma espécie de troca por troika e vamos ver como corre a vida de uma família de 5 nesta crise. A avaliar pela quantidade de roupa para lavar, vai ser muito penoso, mas vou tentar colaborar vomitando menos que os meus irmãos!!!
Continuo a ser eléctrica dentro do útero, o que deixa a mãe e o Dr. descansados. Enquanto eu me for mexendo muito, é sinal de que não estou a sofrer. Já estou a ser seguida duas vezes por semana com CTG e ecografia e por isso vai correr tudo pelo melhor.
Tal como os meus irmãos, nascerei na Mac e - em princípio - pelas mãos do Dr. Repas Gonçalves. A minha mãe deve "penar" um bocadinho a nível hoteleiro nesse hospital, mas a verdade é que em termos médicos é o melhor para fazer nascer uma criança de risco.
Quanto à evolução da minha relação com os meus irmãos, está cada vez melhor. A Inês chega a casa todos os dias e vai perguntar à mãe se Eu já nasci - "tadita" mal sabe ela que quando a irmã nascer, a mãe não estará a "jiboiar" no sofá como nos últimos meses mas, pelo contrário, estará ausente uns dias de casa… A mãe responde-lhe sempre que quando Eu tiver nascido, ela dará por isso porque haverá um bebé novo em casa - a mãe espera não estar a dar falsas informações a este nível...
O Tomás continua na sua, cool, a barriga da mãe é grande e excelente para fazer de tambor, tem uma Sofia lá dentro, vai ser irmã dele, yah, mas o que é que isso quer dizer? Não sabe! "Tou nem aí!"
A assim se resume os últimos dias de uma família de 5 pessoas em que 3 são nascidas em Fevereiro e as outras duas em Abril - falta de originalidade!
18.1.13
Lá fora chove e eu cá dentro sofro uma seca às 32 semanas!
Amigos e família, Olá!
Sim, sou eu novamente, a Sofia que há muito não dava notícias. Tenho andado tão ocupada nas voltas e reviravoltas no útero da minha mãe que me tenho esquecido de vos informar sobre a minha existência de 32 semanas.
Não tem sido fácil mas a mãe com o seu andar à pinguim já está melhor de uma grave ciática que teve durante o mês de Dezembro. Foi complicado fazer as compras de Natal e a festa com tamanhas dores, mas sobrevivemos. O ar da mãe era de tal forma que na rua as velhinhas lhe davam prioridade e passagem nas mais diversas ocasiões - deviam achar que se não o fizessem arriscar-se-iam a ajudar no parto ali mesmo no elevador, passadeira ou alfalto. Mas não, apesar do enorme tamanho da barriga (que é como quem diz, do estado balofo da mãe), o problema não era eu estar para nascer mas sim as dores nas pernas que tinha.
Entretanto esta questão resolveu-se e o facto de estarmos de baixa em casa e a descansar, facilitou na recuperação: muita vitamina B e suplemento de sofá, e finalmente as pernas já funcionam. Agora o problema é a falta de preparação física aliada ao tamanho da barriga, tudo cansa!
Ontem voltei a fazer uma ecografia com a pessoa que viu os meus irmãos ao vivo e a cores pela primeira vez - o Dr. Repas Gonçalves. As notícias não são as melhores mas tudo se há-de resolver: Parece que há uma "fuga na canalização", que faz com que eu tenha pouco líquido no aquário. Isto pode causar problema daqui até ao final da gestação e por isso tenho de andar vigiada de semana a semana ou de 15 em 15 dias. Estima-se que não venha a ser uma gravidez de termo. Vamos esperar as 35 semanas e a partir daí, ao mínimo sinal de alarme, venho ver a luz do dia.
A mãe gostaria que pelo menos as 36 semanas (em que já tenho o reflexo da sucção) fossem cumpridas, e como tal temos de estar deitadas tanto tempo quanto possível. Não estamos obrigadas a estar na cama a toda a hora mas sempre que tivermos possibilidade, em vez de sentadas ou em pé, deitamo-nos - agora é que vai ser engordar a valer!!!
De resto tudo está normal. Estou com 1,945kg, sou uma miúda gira com cara de bebé (viu-se muito bem na ecografia) e mexo-me o tempo todo. Dá mesmo a sensação que não durmo nada!
Em relação aos meus irmãos, já fui absolutamente aceite; ambos já falam de mim como um dado adquirido. A Inês já esclarece toda a gente que tudo o que é para dividir entre os irmãos, tem de ser dividido por 3. O Tomás já interiorizou que vai ter duas manas - e se lhe perguntarem como se chamam, o primeiro nome é sempre o meu: Sofia Neto dos Reis!
Já agora conto uma conversa que a Inês teve com a mãe no outro dia:
Inês: Mãe, a Sofia é minha amiga?
Mãe: Sim Inês, aliás vais perceber que ao longo da tua vida, os melhores amigos que vais ter serão sempre o Tomás e a Sofia.
Inês em conversa com diversas pessoas: A minha amiga Sofia...
As outras pessoas: amiga da escola ou lá do prédio?
Inês: nãaaaooooo, a minha amiga Sofia da barriga da mãe!!!
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